Bio

Dan Maia, nascido em Belo Horizonte, é compositor, cantor e ator.

Sob direção de Gabriel Villela, atuou e criou arranjos para os espetáculos “Ópera do Malandro” (2000), “Os Saltimbancos” (2001 em São Paulo, 2003 e 2008 em Porto – Portugal) e “Gota d’Água” (2001), de Chico Buarque de Hollanda; atuou como vocalista da cantora Elba Ramalho, no show “Elba Ramalho Canta Luiz Gonzaga” (2002); compôs a música para os espetáculos “Auto da Liberdade” (2003) em Mossoró – RN; “Fausto Zero” (2004 em São Paulo, 2005 em Moscou), de Goethe e para “Vestido de Noiva” (2009), de Nelson Rodrigues (as duas últimas indicadas ao Prêmio Shell).

Para a Cia. de Dança Palácio das Artes, fez arranjos para “Sonho de Uma Noite de Verão – Fragmentos Amorosos (2002) sob direção de Gabriel Villela (Prêmio Sesc/Sated – Melhor Trilha Sonora de Espetáculo de Dança de 2002 e Prêmio Sesc/Sated – Destaque Especial 12 anos em Trilha Sonora de Dança); compôs a música para “Coreografia de Cordel” (2004), direção coreográfica de Tuca Pinheiro; “Transtorna” (2006), sob direção de Christina Machado; “22 Segredos” (2009), de Sônia Mota (Prêmio Usiminas/Sinparc de melhor trilha sonora de dança); e “Tudo que se torna um” (2011) para a Cia. de Dança Palácio das Artes, direção de Sônia Mota.

Em parceria com Morris Picciotto compôs as trilhas sonoras para “Rabisco – Um Cachorro Perfeito” (2010) para a Cia. Maracujá Laboratório de Artes, sob direção de Sidnei Caria; e para os balés infantis “Oras Bolas” (2005) e “100 + nem menos” (2009), de Anie Welter para a Cia. Noz de Teatro e Animação.

Sob direção de Marcelo Lazzaratto, compôs as trilhas de “Maratona de Nova York” (2005) e “Peça de Elevador” (2006), para a Cia. Elevador de Teatro Panorâmico.

Fez a direção musical e música original para “Západ – a Tragédia do Poder” (2007), de Alessandro TollerNewton MorenoLuís Alberto de Abreu para a Cia. Teatro Balagan e “Os Cegos” (2007), de Michel de Ghelderode (TV Cultura), ambos sob direção de Maria Thaís.

Compôs a música original para os infantis “Era uma Vez um Rio” (2006), “Veludinho” (2007) (ambos de Martha Pannunzio) e “Pelos Ares” (2010), de Pedro Guilherme, direção de Lavínia Pannunzio; “Carta a uma filha” (2007), de Arnold Wesker, direção de Marcia Abujamra; para o balé “Traçado Dentro” (2008), de Marize Piva; e para Olivier, “Fusca e Fogão” (2008), do chef Olivier Anquier.

Fez a direção musical e música original para “Pedrinho Curuçá” (2008), baseado em Petrouchka de Stravinsky, direção de Luciano Gentile, para o projeto Fábricas de Cultura.

Compôs a música para “Soltando os Cachorros” (2009), baseado em textos de Hilda Hilst, Cassandra Rios e Marisa Raja Gabaglia sob direção de Angela Barros.

Compôs a música para “Divagar” (2010), direção de Sônia Mota, com Sônia Mota, Célia Gouveia, Mara Borba e Luciana Porta; e para “MabeMA” (2010), sob direção de Tadashi Endo. Fez o sound design e composições adicionais para “Os 39 Degraus” (2010), de Patrick Barlow, sob direção de Alexandre Reinecke e compôs a música original para “Mulheres que bebem Vodka” (2010), de Victor Hugo Rascón Banda, direção de Lígia Cortez.

Em 2011 compôs as trilhas para “Mambo Italiano” (2011), de Steve Galluccio, direção de Clarisse Abujamra; “Absinto” (2011), de Luciana Carnieli, direção de Cassio Scapin e para ”A Ilusão Cômica”, direção de Marcio Aurelio, com a Companhia Razões Inversas.

Sob direção de Elias Andreato compôs a música para os espetáculos “Decifra-te ou me devora” (2011), de Elias Andreato, Helô Cintra e João Paulo Lorenzon; “Édipo”, de Sófocles; e “Cruel” (2011), de August Strindberg.

Sob direção de Alvise Camozzi, fez a música para “O Bosque” (2011), de David Mamet, e protagonizou e fez a direção musical do musical infantil “Mozart apaga a luz” (2011), de Christine Rörig.

Em 2012, fez a direção musical de “Pelo Telephone”, texto de Claudio Simões sob direção de João Sanches; compôs a música original para “Fukushima mon amour”, novo solo de Tadashi Endo que cumpre temporada na Alemanha, Suíça e em breve no Brasil; “Incubadora”, de Ivan Andrade; “O Feio”, de Mayenburg, sob direção de Alvise Camozzi; e “O [email protected]”, de Elias Andreato.

Em 2013 compôs as trilhas sonoras para “Uma Vida no Teatro”, de David Mamet sob direção de Alexandre Reinecke, “Marias da Luz”, de Nereu Afonso e Daniela Schitini para a Cia. Teatral As Graças, direção de André Carreira; “Maldito Benefício”, de Leonardo Cortez, direção de Marcelo Lazzaratto; “A Rainha do Rádio”, de José Sofiatti Filho, para a Cia. A Quatro Mãos; “À Noite Todo Gato é Pardo”, de Carlos Antonio Soares, direção de Ricardo Rizzo; “Crânio”, de Lúcia Carvalho sob direção de Noemi Marinho. Atualmente compõe as trilhas para “O Covil da Beleza”, de Eduardo Ruiz sob direção de Lavínia Pannunzio, “A Casa de Bernarda Alba”, de Federico García Lorca, direção de Elias Andreato, e “A Toca do Coelho”, de David Lindsay-Abaire, sob direção de Dan Stulbach; para “Monga”, de Maria Carolina Dressler e Juliana Sanches, “Ricardo III” de William Shakespeare direção de Marcelo Lazaratto e “Jocasta” direção e texto de Elias Andreato.

Em 2014 e 2015 fez a direção musical para a exposição Grimm Agreste e compôs as trilhas sonoras para Zoopraxiscópio, balé de Roberto Alencar; Palavra de Rainha, direção de Mika Lins; Três Mulheres Baixas, direção de Lavínia Pannunzio; Marica, direção de Marcio Aurelio; 1gaivota – é impossível viver sem teatro, direção Nelson Baskerville; Visitando o Sr. Green, direção Cássio Scapin; Rei Lear e A Língua em Pedaços, direção Elias Andreato e A Besta e O Sucesso a Qualquer Preço, direção Alexandre Reinecke.

 

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Foto: João Caldas